A humanidade, em 100 pessoas

A humanidade, em 100 pessoas

28 de setembro de 2017
Marta F. Reis / SOL

A ideia de dar rostos às estatísticas - e estas já eram fortes o suficiente - surgiu numa troca de emails entre duas amigas em 2003. A Fundação 100 People acredita no poder da inspiração pelo real para mudar o mundo, a começar pelas bases do futuro, os mais novos.
Se houvesse apenas 100 pessoas no mundo, metade seriam homens, a outra metade mulheres. Acaba aqui a igualdade mundial, que por ironia foi sempre muito subjetiva no que toca ao género. Vinte e cinco seriam crianças e jovens até aos 14 anos, 66 teriam entre 15 e 64 e nove seriam idosos de 65 ou mais anos. A maioria, 60 pessoas, seriam naturais da Ásia. Haveria depois 16 africanos, 10 europeus, nove da América Latina e Caraíbas, cinco da América do Norte e do Canadá. Seis falariam espanhol, cinco inglês, quatro hindi, três português - tantas como as que falariam árabe ou bengali. Duas falariam chinês, outras duas japonês e outras duas russo. Sessenta pessoas falariam outras línguas.